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4/8/2009

Brasil tem legislação para transporte de químicos mais rigorosa que a Europa

Segundo especialista, regulamento impossibilita o transporte de cargas quimicamente incompatíveis em um mesmo veículo.

O transporte rodoviário de produtos perigosos, regulamentado em 1988, passou por modificações, vigentes a partir de janeiro deste ano, no que se diz respeito à legislação. De acordo com o engenheiro químico e consultor especialista em produtos perigosos da DGM Brasil para o transporte nos modais aéreo, marítimo e terrestre, Alexsandro Bona, a legislação brasileira para este setor está baseada nas leis internacionais, principalmente nas normas européias, porém é menos flexível que esta última citada e o regulamento alemão.

“A lei brasileira é mais rígida ao estabelecer que alguns produtos não possam ser transportados em um mesmo contêiner ou caminhão. Esse excesso de cuidado leva à não-ocorrência do transporte ou a sua realização de forma irregular e insegura. Nesse sentido, a legislação européia é mais flexível e avançada”, esclarece o engenheiro.

Ainda sobre o assunto, Alexsandro explica que os produtos químicos perigosos transportados no país são aqueles que se enquadram em uma das nove classes de material estabelecido em resolução da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres). Já a classificação dos produtos perigosos é uma responsabilidade do fabricante. Dita-se:

- Classe 1 – Explosivos (exceto gases)
- Classe 2 – Gases
- Classe 3 – líquidos Inflamáveis
- Classe 4 – Sólidos Inflamáveis/Combustão Espontânea
- Classe 5 – Oxidantes e Peróxidos Orgânicos
- Classe 6 – Tóxicos / Infectantes
- Classe 7 – Radioativos
- Classe 8 – Corrosivos
- Classe 9 – Substâncias e Artigos perigosos diversos
 

“Tanto no Brasil como na Europa e na Alemanha, os combustíveis são as mercadorias mais transportadas. Quando ocorre um acidente com algum derivado do petróleo, seu derramamento provoca contaminação do solo, de rios, podendo causar incêndios em localidades próximas a indústrias de borracha ou de plástico, liberando gases nocivos à saúde da população”, conclui Bona.

Segundo dados da ANTT, circulam no Brasil cerca de 3 300 produtos perigosos, entre líquidos e sólidos inflamáveis, infectantes, materiais tóxicos, radioativos, corrosivos, entre outros.

Fonte: transportemundial.terra.com.br

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